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Romance, tragédia, glória e uma lição de vida

Gente & Histórias: Amor sem fronteiras

A skatista Adelita Garrido Montero se apaixonou por um americano

Por Mayra Dias Gomes

Adelita avistou Francis pela primeira vez em uma boate descolada de São Paulo, quando estava se despedindo do Brasil para embarcar para a Califórnia, nos Estados Unidos. Francis era gringo, estava no país a trabalho e havia sido carregado para a balada por um sócio. ”Eu estava comemorando meus últimos dias em São Paulo, pois ia participar de dois campeonatos de skate e de uma feira de negócios em San Diego e Orange County. Ouvi alguém falando inglês, o que era bem incomum, e me dirigi até a pessoa para testar minhas habilidades com a língua.

Acabou que o cara era da Califórnia e eu contei pra ele sobre minha carreira como skatista e sobre como minha agenda estava nos próximos meses. Senti-me atraída desde aquele início.” Os dois trocaram telefones e encontraram-se na noite seguinte. ”Eu fui até Santo André para buscá-la. Ela me mostrou São Paulo e depois fomos assistir a um show de reggae”, lembra Francis.

Adelita, agora uma executiva, ao lado da foto do marido, Francis, e do filho mais velho, Joseph, Ana Paula Negrão/Photography

Adelita, agora uma executiva, ao lado da foto do marido, Francis, e do filho mais velho, Joseph, Ana Paula Negrão/Photography

Ao aterrissar na Califórnia, em agosto de 2000, Adelita ligou para o escritório do americano. Mesmo estando a duas horas de distância, ele pegou o carro e foi vê-la. ”Eu a convidei para jantar e dirigi pela costa de Del Mar no meu conversível. Estávamos nos apaixonando.” Em dezembro de 2000, o visto de turismo de Adelita expirou, obrigando-a a dizer adeus e voltar para o Brasil. Assim que chegou, percebeu que sentia saudade de Francis.

”Em fevereiro de 2001, surgiu a oportunidade de participar de outro campeonato em Long Beach. Consegui outro visto de turista, liguei para Fran e decidimos que eu ia ficar na casa dele em Seal Beach. Logo estávamos discutindo nosso futuro juntos, e eu queria que ele conhecesse minha família. Pensávamos em nos casar e eu começaria a estudar.” Adelita se cadastrou em alguns cursos de uma faculdade e conversou com uma conselheira de lá para saber o que precisaria para conseguir um visto de estudante. Ela preparou a papelada e, em seguida, o casal pegou um avião para o Brasil para encontrar os pais dela.

”Quando fomos ao consulado em São Paulo para mudar meu visto de turista para um visto de estudante, não somente negaram o de estudante como cancelaram o de turista que ainda não tinha expirado. Foi um pesadelo. Disseram que eu estava passando mais tempo nos Estados Unidos do que no Brasil.” ”Ficamos arrasados”, lembra Francis. ”Estávamos muito apaixonados e fomos forçados a dizer adeus por tempo indeterminado. Tive de voltar pra casa sozinho. Adelita ficou no Brasil tentando conseguir novo visto, mas era continuamente negado.”

Desesperado, o americano pediu conselhos a um advogado de imigração, que disse para ele trazer sua namorada para os Estados Unidos pelo México e, depois, casar-se com ela, achando que, assim, poderiam ajustar o status dela. Num momento de impulso e saudade, Adelita embarcou para a Cidade do México, onde pegou uma conexão para Tijuana. ”Era 4 de julho e haviam muitos carros na estrada. Pessoas demais estavam voltando do feriado e era a oportunidade perfeita para pegar carona até San Diego. Foi exatamente o que eu fiz.

Passei pela fronteira sem responder a pergunta alguma. Foi simples.” ”No dia 5 de julho de 2001, eu e Adelita nos encontramos novamente. Eu me ajoelhei e a pedi em casamento. Ela imediatamente disse ‘sim’ e nos casamos cinco dias depois, em Las Vegas.” Francis e Adelita estavam nas nuvens. Depois do casamento relâmpago, encontraram-se com um conselheiro de imigração que os informou que, que a brasileira estava casada com um cidadão americano, poderia dar entrada para sua residência permanente nos Estados Unidos. Os recém casados, mais uma vez, preencheram a papelada necessária. E receberam outra notícia terrível. A imigração rejeitou o pedido dela por ter entrado no país sem qualquer inspeção.

”Eu não estava entendendo nada, era tudo muito complicado. Ninguém havia me dito que se eu ficasse nos Estados Unidos ilegalmente por dois anos, estaria sujeita a ‘ten year bar’. Quando você fica mais de um ano ilegalmente, só pode tentar entrar no país novamente depois de dez anos. Foi muito doloroso quando me dei conta do que eu havia feito.”

”Rezávamos por uma mudança”

Adelita ficou nos Estados Unidos e, em 2002, descobriu que estava grávida. O casal decidiu que não podia abandonar o negócio, que ia bem. ”Durante esse tempo, ela foi para a faculdade aprender inglês. Adelita também tinha um plano de saúde por meio da minha companhia e nosso casamento estava cada vez mais confortável. Rezávamos por uma mudança nas leis deimigração, pois, na época, havia uma discussão grande no país, mas nada aconteceu.

Pensei em vender meu negócio para focar na Adelita, no nosso casamento e me mudar para o Brasil, mas ela não queria que eu largasse meu sonho de ser dono da própria companhia. Ela também tinha medo de que eu me arrependesse de ter me casado com ela. Concordamos em não separar a família e decidimos esperar.” Anos se passaram. Longe da família brasileira, Adelita se remoeu e sofreu.

Em 2009, sua carteira de motorista expirou. Para renová-la, teria de provar que era residente permanente. Sem poder dirigir, sua vida tornou-se insuportável. Não podia buscar seu filho na escola, não podia sequer ir ao supermercado. Sua existência tornou-se inútil e em abril de 2009 deu à luz outra criança. ”Foi aí que decidimos recomeçar o processo de imigração para pedir que o governo dos Estados Unidos perdoasse Adelita por sua moradia ilegal e retirasse a penalidade da ‘ten year bar’.

Desde abril deste ano, Adelita, com o pequeno Michael, de 1 ano e 5 meses no colo, voltou a levar Joseph, agora com 7 anos, para a escola, dividindo-se entre os cuidados com a família e os negócios, Ana Paula Negrão/Photography

Desde abril deste ano, Adelita, com o pequeno Michael, de 1 ano e 5 meses no colo, voltou a levar Joseph, agora com 7 anos, para a escola, dividindo-se entre os cuidados com a família e os negócios, Ana Paula Negrão/Photography

Foi muito doloroso, mas sabíamos que era hora de lidar com as decisões que tomamos em 2001”, conta Francis. A fim de usufruir dos benefícios desse perdão, que os americanos chamam de ”waiver”, é preciso provar que um parente americano vai sofrer emocionalmente, fisicamente e financeiramente. Não é algo fácil de se conseguir.

”Não tinha mais o que fazer”

Para isso, Adelita teve de voltar para o Brasil voluntariamente. Depois de ser prisioneira dos Estados Unidos, ela lembra bem das dificuldades de ser uma imigrante ilegal na América:

”Durante todos esses anos, eu não pude arranjar emprego e tive de depender financeiramente do meu marido. E eu sentia muita saudade da minha família no Brasil, e não pude vê-los por nove anos! Foi algo muito difícil para mim. Meu avô faleceu e eu não o via há anos. De repente o perdi para sempre. Além disso, perdi oportunidades profissionais e de viagens. Por ser ilegal, paguei o triplo do custo da universidade. Fiz amizades com americanos, mas sempre mantive esse segredo de que eu era ilegal.

Tinha receio de as pessoas me julgarem, de me rotularem e de não verem a pessoa que eu realmente sou. Durante esses anos, tentei sempre olhar pelo lado positivo das coisas, mas, depois de tanto tempo, minha situação começou a pesar. A gota d’água foi quando a carteira de motorista expirou. Não tinha mais o que fazer.”

Ela voltou para o Brasil em maio de 2009, com Michael, seu bebê de 1 mês e meio, e sem saber se teria de ficar ausente por dez anos. Permaneceu em Santo André, na Grande São Paulo, até o dia da entrevista que decidiria sua vida, rezando para que a situação fosse finalmente resolvida. Adelita precisava que o governo americano abrisse uma exceção e perdoasse sua atitude impensada.

A espera não foi fácil. Francis a visitou com Joseph, o filho mais velho, em julho, e a família pôde passar curtas férias em Juqueí, no litoral paulista. Em agosto, ele retornou para os Estados Unidos, deixando o primogênito no Brasil para mais tarde ser levado de volta pra casa pela avó materna. Com a família separada, ela se sentia morta. ”Eu era quase como uma alma penada.”

”O natal foi cancelado este ano”

No fim do ano, Francis e Joseph voltaram para passarem o Natal juntos. Mas quando desembarcaram em solo brasileiro, a Polícia Federal impediu a entrada deles no país. Ao ouvir o menino chorar, um policial disse: ”O Natal foi cancelado este ano”. Os dois tiveram de voltar.

”Este é o meu apelo, do fundo do meu coração, com cada pedaço da minha integridade e das minhas crenças. Eu imploro por misericórdia e compreensão. Que seu senso americano de justiça faça o que é certo. Os fatos nesse caso vão mostrar que é certo perdoar minha esposa, Adelita, e deixar nossa família viver junta em paz”, pediu Francis em uma carta ao governo.

Em 17 de fevereiro de 2010, Adelita conseguiu o que parecia impossível: o perdão do governo americano. Em 31 de março, o novo visto chegou a suas mãos e desde 3 de abril de 2010 a skatista está legalmente nos Estados Unidos. A volta por cima foi merecida.

Hoje, a brasileira, aos 29 anos, tem uma empresa de publicidade e gerenciamento de redes sociais chamada Mariposa Social Media Marketing, e ocupa seu tempo andando de skate, trabalhando, e cuidando dos homens de sua vida. ”É preciso ter muita fé em Deus, mas antes de tudo, consultar um advogado”, conclui Adelita.

A skatista brasileira Adelita Garrido Montero entrou nos Estados Unidos pela fronteira do México e ficou sem poder voltar para o Brasil por nove anos, Ana Paula Negrão/Photography

A skatista brasileira Adelita Garrido Montero entrou nos Estados Unidos pela fronteira do México e ficou sem poder voltar para o Brasil por nove anos, Ana Paula Negrão/Photography

Essa matéria foi estraida dos site:

http://contigo.abril.com.br/noticias/gente-e-historias-amor-sem-fronteiras?ref=nf

Down Hill na ladeiras da Argentina

Campeonato de Skate Downhill na cidade de Mendoza – Argentina

Evento aconteceu nos dias 18 e 19 de setembro, contou com a presença de vários brasileiros, representando cada parte do país! Allan Rocha (Brasília), Christie Aleixo (RJ), Danilo Joaninha (SP), Denis Fioranelli (SP), Douglas Dalua (RS), Felipe Cobra (RJ), Igor Lage (SP), Junior Yuppie (SC), Mano (RS), Marcelo Costa (SP), Renilson Carranca (SP), Sergio Yuppie (SC).

A competição contava com as modalidades Downhill Amador, Downhill Pro e Freestyle Open.

Felipe Cobra na tomada de tempo (Foto Marcelo Costa)

Felipe Cobra na tomada de tempo (Foto Marcelo Costa)

Douglas Dalua comemorando a vitória com os brasileiros (Foto Marcelo Costa)

Douglas Dalua comemorando a vitória com os brasileiros (Foto Marcelo Costa)

Douglas Dalua liderou do começo ao fim o Downhill Pro.
Mano se classificou para as oitavas em 16º, passou para as quartas mas caiu na curva a poucos metros da linha de chegada e não conseguiu avançar para proxima etapa.

Brasil, Chile e Argentina unidos por uma razão! Skate! (Foto Dedo Verde)

Brasil, Chile e Argentina unidos por uma razão! Skate! (Foto Dedo Verde)

Douglas Dalua na velo (Foto Marcelo Costa)

Douglas Dalua na velo (Foto Marcelo Costa)

Felipe Cobra passou para as oitavas em 28º , mas acabou caindo e perdendo um pouco o ritmo para continuar na competição.
Christie Aleixo participando do Downhill Amador, se classificou fez um bom tempo mas não passou para as quartas.

Christie Aleixo (Foto Bárbara Britvin)

Christie Aleixo (Foto Bárbara Britvin)

Mano na tomada de tempo (Foto Marcelo Costa)

Mano na tomada de tempo (Foto Marcelo Costa)

No Freestyle Open tinha muitos atletas, vários estilos diferentes, Longboard Classico, Freeride, Slide, Feminino e devido o atraso no cronograma, o Slide teve tempo de apenas 1 descida para cada atleta …então ..era tudo ou nada! e os brasileiros mostraram que o nível aqui é outro e dominaram a competição.

Pódium - Carranca, Marcelo, Christie e Joaninha (Foto Bárbara Britvin)

Pódium - Carranca, Marcelo, Christie e Joaninha (Foto Bárbara Britvin)

Marcelo Costa premiação 2º Lugar (Foto Bárbara Britvin)

Marcelo Costa premiação 2º Lugar (Foto Bárbara Britvin)

Freestyle Open
1º Renilson Carranca
2º Marcelo Costa
3º Christie Aleixo
4º Danilo Joaninha
8º Junior Yuppie

Douglas Dalua campeão Downhill Pro (Foto Bárbara Britvin)

Douglas Dalua campeão Downhill Pro (Foto Bárbara Britvin)

ainda não temos as colocações completas mas concerteza Allan Rocha, Igor Lage e Denis Fioranelli devem ser os 3 colocados entre Danilo Joaninha e Junior Yuppie!

Sergio Yuppie rei do down hill com os hermanos da organização (Foto Bárbara Britvin)

Sergio Yuppie rei do down hill com os hermanos da organização (Foto Bárbara Britvin)

Galera chegou junto no frio.

Galera chegou junto no frio.

Downhill Pro
1º Douglas Dalua
Mano
Felipe Cobra

Modern Livings, San Jose

Nilton neves mostra um pouco de suas imagens fotográficas

Nilton neves mostra um pouco de suas imagens fotográficas

Segue a turnê dentro da Transworld Magazine

Texto e fotos: Thronn
Revisão: Betão

Transworld Skateboarding Magazine abriu suas portas para nosso website, www.thronnsk8mag.com, então fui conferir os bastidores da maior revista de skateboard do planeta.

Michael Drew Coalson, Sales Development Associate

Michael Drew Coalson, Sales Development Associate

Essa matéria aconteceu graças a minha amiga Susan, moradora de Oceanside, lugar onde se encontra a Transworld Skateboarding Magazine. Pelos arredores de Oceanside ela conheceu Drew Coalson que trabalha na TWS na parte de desenvolvimento de mídia e falou sobre nosso website, que cobre eventos de skate e mostra também o estilo de vida do skate na Califórnia. Após uma conversa ela perguntou a ele se era possível fazer uma turnê dentro da maior revista de skate do mundo e mostrar ao Brasil numa inédita matéria para os internautas que acessam diariamente o primeiro site feito na Califórnia para o Brasil.

Susan Corbi Blume, reservou a turne na TWS

Susan Corbi Blume, reservou a turne na TWS

Após alguns dias dessa conversa ele confirmou que poderíamos fazer uma turnê com autorização do chefe maior da redação TWS. Fui conferir juntamente com minha amiga Susan e já na chegada avistei o letreiro que anunciava onde eu estava pisando, um sentimento de emoção tomou conta de mim.

kkkkkkkkk

kkkkkkkkk

Fomos bem atendidos na recepção, nos identificamos à moca que estava ali trabalhando, ela perguntou com quem queríamos falar. Em poucos minutos apareceu o nosso anfitrião que com muita simpatia nos disse o tipo de trabalho que ele desenvolve na revista, fomos seguindo ele.

A  skate plaza para eventos reservados

A skate plaza para eventos reservados

O lugar é enorme como um galpão gigante com várias pequenas salas dividindo o espaço. Primeiro nos mostrou a sala de reuniões com uma mesa em forma de shape com “7 plys”, nesta sala são resolvidas algumas coisas pendentes sobre as revista e também reuniões com empresários. A ‘maior viajem’ são as paredes com fotos enquadras dos belos momentos de manobras alucinantes. Levou-nos a uma sala com várias máquinas da Xerox para impressão, também notei outras máquinas de grande porte.

Video Tws  que passava na hora

Video Tws que passava na hora

Seguindo a tour TWS conhecemos várias pessoas responsáveis por edição de vídeos e montagem da revista. Drew também mostrou todas as dependências das outras revistas que fazem parte do casting da TWS como: snowboarding, moto, bike e surf.

Oficina da TWS moto

Oficina da TWS moto

Dentro de uma grande redação que faz parte das gigantes do skateboard, mergulhado nessa turnê eu não imaginava que ainda tinha a cereja do bolo, foi então que o Drew nos levou num galpão dentro da redação onde demos de cara com uma Pista Plaza nova com algumas transições e arquibancadas. Ele salientou que fazem eventos ali, fechados para convidados especiais onde espero estar num desses um dia, documentando tudo.

Termometro da gigante TWS sempre subindo

Termometro da gigante TWS sempre subindo

Um lugar secreto onde se decide o que vai para a revista com fotos espalhadas nas paredes para serem selecionadas, nesse lugar não podia fotografar, eu não sabia e fui clicando todo o ambiente, isso não vou usar fica guardado.

ggggggggg

ggggggggg

Ao final da visita Drew chamou o chefe de tudo ali que nos cumprimentou e disse “sejam bem vindos fiquem à vontade”. Fizeram questão que eu fotografasse um cartaz dizendo que era proibido tirar fotos dentro da redação. Isso é bom para saber a importância que deram para nosso trabalho no website.

TWS premiada pelo trabalho na luta contra o HIV

TWS premiada pelo trabalho na luta contra o HIV

Mesa no estilo

Mesa no estilo

TWS skate plaza

TWS skate plaza

Curtam as fotos que falam mais que mil palavras, abraço.

Transworld, maior revista do Mundo do SK8

Texto e fotos: Thronn
Revisão: Betão

Uma turnê na maior revista de skate do mundo.

Nós que vivenciamos o universo skateboard sabemos que a maior revista de skate do planeta é a Transworld Skateboarding. Quem nunca imaginou como seria a redação de uma revista de tal porte?

Apresento a maior revista de skateboarding

Apresento a maior revista de skateboarding

Tive a felicidade de conhecer e vou dividir com vocês que estão ligados no nosso website diariamente, mas antes vamos esclarecer alguns pontos sobre o nascimento da revista Transworld Skateboard.

Primeira revista

Primeira revista

Fundada em 1983 a revista Transworld Skateboarding veio como uma resposta à revista Thrasher Magazine especificamente. Um artigo muito ousado foi impresso nas páginas da Thrashermag onde se lia “Skate and Destroy”, no ano de 1982.

Sempre mostrando lodo mais sério do skateboard

Sempre mostrando o lodo mais sério do skateboard

Seguindo a tragédia anunciada pela Thrasher que esteve ferindo os bons costumes da sociedade americana a marca de eixos Independent Trucks apresentou o seu comercial com uma modelo lindíssima nua usando apenas adesivos da marca de eixos tampando os mamilos dos seus fartos seios.

Arte foi fotografada dentro da gigante TWS

Arte foi fotografada dentro da gigante TWS

Para contrariar as idéias da Thrasher Magazine a Transworld Skateboarding lança a primeira edição com artigo ’’Skate And Create’’. O autor desse slogan, Peggy Cozens, disse: “Estou preocupado com essa nova onda sendo empurrada aos skatistas: Skate and Destroy”.

Grandes revista se confrontavam no passado

As grandes revistas se confrontavam no passado

Com essa mentalidade e base no artigo de Peggy Cozens a revista Transworld passou ser vista como o lado positivo e criativo do skateboard. A revista começa a aparecer cada vez mais forte no cenário do skate e em 1984 entrou para a redação, como diretor de arte, David Carson que colocou na revista um aspecto distinto.

ediçães passadas

edições passadas

Enxergando uma possibilidade de expansão do skateboard com esse novo meio de comunicação skatistas profissionais aderiram dando sua contribuição. Nomes como Lance Mountain, Mark Gonzales, Tony Hawk, Neil Blender, Steve Berra, Spike jons, Jix ’Marty’ Jimenez e Garry Scott Davis.

O logo antigo

O logo antigo

No início a revista foi publicada pelo Larry Balma proprietário da Tracker Trucks juntamente com Cozens Peggy. A equipe editorial foi conhecida como “United Skate Front”. Larry Balma relembra os tempos dessa intriga dizendo assim: “O pessoal da revista Thrasher foi muito duro com o slogan favorecendo as drogas e sexo no início dos anos 80 e não foi uma revista aconselhável pra crianças (Thrasher)”.

Tracker Crew Sorrento Valley 1978 e Larry Balma e George Powell no anos 80

Tracker Crew Sorrento Valley 1978. Larry Balma e George Powell no anos 80

Com altos e baixos a revista foi vendida várias vezes e começou com a Times Mirros de 1997 a 2000 fazendo parte do grupo AOL Time Warner. 2001 a AOL disponibilizou junto a revista discos de softwear e com isso a Transworld Skateboarding ganha nota de editorial do mês (União-Tribute).

época que a revista estava a venda

época que a revista estava a venda

Tudo estava indo bem depois que a companhia tinha assumido a revista mas os funcionários não estavam satisfeitos e isso levou a uma greve dos membros mais importantes dela, veja só como são as coisas, o pessoal do editorial fez uma greve na editora e os rebelados eram J. Grant Brittain, Dave swift e Atiba Jefferson que insatisfeitos saíram e montaram a Skateboard Magazine em 2003 e hoje é muito bem conceituada essa publicação.

A última e a primeira Skateboard Mag

A última e a primeira Skateboard Mag

Com uma justificativa dizendo que a revista não cabe mais para a incorporação em 12 de setembro de 2006 a Times colocou a venda da Time4media que incluía a Transworld.

Com um pacote de 18 publicações no dia 25 de janeiro de 2007 a Bonnier Corporation arrematou tudo incluindo a Transworld. Essa companhia tem receita muito alta cerca de US$ 2,9 bilhões por ano. Essa transferência de donos foi oficializada no dia 01 de março de 2007 pelo preço estimado de US$ 225 milhões em dinheiro e assumindo US$ 42 milhões de obrigações não cumpridas, exemplo: pessoas que assinaram a revista e nunca receberam.

Michael ''Drew'' Coalson, Sales Development Associate TWS

Michael ''Drew'' Coalson, Sales Development Associate TWS

A história continua…

Segunda etapa do circuito Chorão skatepark 2010

Number 1 R.T.M.F.

Rob Dyrdek, Street League a retomada

por thronn, texto e fotos

Sean Malto, Rob Dyrdek e Chad Ortiz

Sean Malto, Rob Dyrdek e Chad Ortiz

A Street League criada pelo Rob Dyrdek deu um show de skateboard aqui nos Estados Unidos. Aconteceu no sábado na cidade de Ontário, Califórnia, mais uma etapa desse revolucionário evento de skateboard que está mexendo com o público, principalmente a nova geração.

Streeteiros natos

Streeteiros natos

Esse tipo de competição fortalece a tendência das Plaza Skate Park, pistas que imitam os obstáculos que a gente se depara todos os dias na sessão de street.

Há uma filosofia em cima dessa tendência desenvolvida por Rob Dyrdek . Todos os streeteiros estão cansados de saber que lugares como Embarcadero, Love Park são celeiros para policiais tomar o skate e aplicar multas.

Sean Malto, nose grind

Sean Malto, nose grind

Cansado de ouvir falar nisso e também de ser reprimido pelas autoridades, Rob Dyrdek começou a pensar num lugar seguro com obstáculos que fossem semelhantes aos do dia a dia, assim nasceu a primeira Plaza Skate Park.

ESSA MATÉRIA CONTINUARÁ EM OUTRO VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO, Aguardem!

1st annual Los Angeles Skate Film Festival 2010

Texto e fotos: Thronn.

Revisão: Alberto Betão

1st annual Los Angeles Skate Film Festival 2010.

Music Box theater, Hollywood

Music Box theater, Hollywood

Monica, organizadora do evento

Monica, organizadora do evento

O tão esperado “1st annual Los Angeles Skate Film Festival” chegou para ficar. Como o nome já diz, é um festival voltado para o esporte Skateboard e foi produzido pela primeira vez na história aqui na Califórnia, EUA.

Geoff Rowley, membro da academia do L.A.S.F.F.

Geoff Rowley, membro da academia do L.A.S.F.F.

Steve Olson, discursa

Steve Olson, discursa

Começou no dia 31 de agosto e foi até 2 de setembro de 2010 com exibições de melhor filme independente e premiação para iniciantes em filmagens. Premiou vídeos de lojas de skate, vídeos de propaganda, documentários, melhor filme americano, melhor trilha sonora entre outras categorias.

Publico: skater, empressários e media

Publico: skater, empressários e media

Marcio Torreta e Bryce Kanights

Marcio Torreta e Bryce Kanights

No dia 2 de setembro aconteceu o último dia dessa premiação do L.A. 1st annual Skate Film Festival Awards Ceremony. Reunidos, vários tipos de profissionais da vasta cultura do skateboard e dos mais diversos lugares do mundo a cerimônia deu início.

Fueltv a melhor cobertura

Fueltv a melhor cobertura

Jeff Ho a luz negras e gatas alegres

Jeff Ho a luz negras e gatas alegres

O foco do festival é mostrar os filmes de skateboarding feitos em diversas partes do mundo. Criteriosamente foram escolhidos 2 lugares para esse evento, o Independent Theater em Downtown que mostrou os filmes em várias sessões durante 2 dias. A cerimônia final de premiação aconteceu em Hollywood a Meca do cinema mundial. Não há lugar mais perfeito que esse para uma premiação do alto nível do Skateboard mundial.

Steve Olso e a segurança da festa

Steve Olso e a segurança da festa

C.R. Stecyk, a direita

C.R. Stecyk, a direita

Para esse primeiro ano não tivemos nenhum filme brasileiro nas telas do festival, pois alguns filmes ainda estão em produção e prometem estar no próximo ano do festival.

Glen E. Friedman genio da fotografía

Glen E. Friedman genio da fotografía

Jim Thiebaud e lindas gatas

Jim Thiebaud e lindas gatas

Sejam os filmes do cinema americano, europeu, asiático ou latino-americano certamente o melhor lugar para expor o trabalho filmado em prol ao skateboard será realmente nesse evento que se posicionou como o primeiro e genuíno.

Gatas conferem a premiere

Gatas conferem a premiere

Jamie Thomas e o segurança no style

Jamie Thomas e o segurança no style

O evento foi bem organizado e na linha de frente estavam Monica e Caroline, as organizadoras recebendo os convidados com muita satisfação.

Geoff Rowley entrega o troféu

Geoff Rowley entrega o troféu

Justin Regan e Geoff Rowley

Justin Regan e Geoff Rowley

Para uma realização perfeita das premiações do “1st annual L.A. Skate Film Festival Awards Ceremony” os apresentadores JustinRegan, ex manager da Emerica, juntamente com Felix Arguelles, skatista profissional, não gaguejaram na locução. Estes dois caras estavam tão bem no palco e parecia que haviam ensaiado para a cerimônia do Oscar.

Curren Caple, Geoff Rowley e Cookie Head

Curren Caple, Geoff Rowley e Cookie Head

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Ricki Bedenbaugh e Fabrice Le Mao

Ricki Bedenbaugh e Fabrice Le Mao

A academia formada por membros que fizeram a história do skate com um legado fortíssimo de conhecimento em vídeos, filmes ou em fotografia conhecem bem do que se propuseram a fazer.

J. Grant Brittain, o mestre da ótica

J. Grant Brittain, o mestre da ótica

Eles entregavam os prêmios e abriam os envelopes com os resultados. Nem todos da academia estavam presentes para a premiação, inclusive sentimos a ausência de “Stacy Peralta”, um dos idealizadores da academia e também o mais esperado.

David Gonzalez e namorada

David Gonzalez e namorada

Os membros da academia presentes na cerimônia foram: Geoff Rowley, Bryce Kanights, Ricki Bedenbaugh, Ty Evans, Jamie Thomas, Grant Brittain, Greg Hunt, Jim Thiebaud que é o presidente do jure.

Bryce Kanights, um lord da fotografía

Bryce Kanights, um lord da fotografía

O filme Extremely Sorry da Flip venceu duas categorias e o mais legal nisso tudo foi ver na apresentação da chamada desse filme na tela. O skatista escolhido para a sessão nervosa e eleito foi “Rodrigo Tx” que mandou manobras de switchstance com altíssimo grau arrancando aplausos do publico.

Anna Paula e amigas

Anna Paula e amigas

Destaco também a propaganda de chocolate da Nestlé Aero onde Bob Burnquist está andando em varias pistas de skate executando manobras ao meio de centenas de balões marrom que simbolizam as bolinhas de chocolate. Ele entra numa piscina lotada de bexiga e manda algumas manobras.

Bob Burnquist, leva melhor com a Nestlé

Bob Burnquist, leva melhor com a Nestlé

O filme “Skateistan” passa uma energia muito pesada sobre como é ser skatista em Kabul, uma cidade no Afeganistão devastada por bombas do exército americano. As crianças andando de skate nos casarões completamente destruídos chegam a causar uma sensação estranha.

Publico feminino compareceu

Publico feminino compareceu

Para o próximo ano é esperado Vidas Sobre Rodas e Dirty Money. Representando o Brasil na cerimônia estavam a fotografa Anna Paula e o skatista profissional Márcio Torreta.

Jamie Thomas discursa

Jamie Thomas discursa

Um excelente evento, muito bem organizado. Monica e Caroline, em nome do website quero parabenizá-las por esse excelente trabalho.

Style

Style

Resultado dos filmes premiados:

Best Emerging Filmmaker: SYMMETRY, Directed and Produced by Dayman Cash

Best International Film: PLANK, Directed by Billy Pols, Produced by Maarten Kuit. Executive Producer: Jeroen Van Den Idsert

Best Skate Shop Video: THE DANGO IS DEAD, Directed and produced by Joe Perrin. Executive Producer: John Montesi

Best Independent Film: MACHOTAILDROP, Directed by Corey Adams and Alex Craig, Produced Oliver Linsley and Jared Valentine, Executive Producers: Shon Tomlin and CJ Olivares

Best Documentary: SKATEISTAN: TO LIVE AND SKATE KABUL, directed by Orlando Von Einsiedel, Produced by Orlando Von Einsiedel and Louis Figgis. Executive Producers: Jon Prever, Thanh Ma, Rod Stanley

Best Commercial: NESTLE AERO, Directed by Ty Evans, Produced by Nathan De La Rionda. Dana Garman

Best US Film: EXTREMELY SORRY, directed by Flip Productions, produced by Ewan Bowman. Executive Producers: Geoff Rowley and Jeremy Fox, Claymation: Edgar Alvarez, Original Music: Baron

Best Soundtrack: EXTREMELY SORRY. Original Music: Baron

Best Editing: WOOD, Directed by Colin Kennedy, Produced by Cullen Pythress. Executive Producer: Tim Gavin
Best Photography: SKATEISTAN: TO LIVE AND SKATE KABUL

TONE DEF punkrock karaoke

TONE DEF punkrock karaoke every wednesday night at the GOOD HURT in mar vista. no cover. i’d like to see someone dress like their favorite singer and bust out one of their songs. very kewl!

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