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Social Distortion faz show histórico em Porto Alegre

Por Christian "Geday" Muhlbach
Por Christian “Geday” Muhlbach

A lendária banda punk californiana de Orange County, “Social Distortion” fez show histórico em Porto Alegre

Muita energia no palco, essa foi a definição da noite! Foi cerca de uma hora de show com mais 2 bis, totalizando umas 2 horas de muita vibração.
O Social Distortion está em “tour” pela primeira vez na América do Sul, tocou no dia 15 de abril em um dia pra ficar pra história, abrindo a turnê no Brasil em Porto Alegre.
O social “D” como também é conhecido em sua terra natal, abriu o show com a música “Under my Thumb, e na sequência já conectou com Bad luck”, “Balls and Chains”, “Sick Boy”, Mommy’s Little Monster, Making Believe, e outros lendários hits, levando o público ao delírio.

Palco do Gauchão

Palco do Gauchão

Com um público muito variado, o Social recebeu a turma dos topetes rockabilly, punk rockers, tatto rockers, galera do skate e do surf, variando de jovens de 20 e poucos, 30 e poucos, 40 e poucos e até de 50 e poucos.

Mike Ness recebeu várias prezas da platéia, inclusive um crivo. Deu uns pegas e na sequência mostrou que se preocupa com a saúde de seus fãs ao convencer um deles a parar de fumar um cigarro.

– Você vai me agradecer um dia – disse Ness, após ver o fã se desfazer do cigarro.

Depois disso, muitos ofereciam cigarros e carteiras de cigarro, que eram isoladas pelo vocalista da banda.

Mike Ness interagia muito com o público. Perguntou quem teria de trabalhar no dia seguinte. Muitos afirmavam que sim, sendo assim aconselhou que todos faltassem seus compromissos no dia seguinte, e já embalou a música “Reach for the sky” e na sequência Ball and Chain – arrancando palmas do público.

A esquerda Brent Harding (baixo) e Mike Ness - Vocal / Guitarra

A esquerda Brent Harding (baixo) e Mike Ness - Vocal / Guitarra

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GUitarra de Mike Ness

Mike Ness, foi muito educado e simpático e se desculpou com a galera pela banda nunca ter vindo ao Brasil e concluiu:
Antes tarde do que nunca!
Como um manual de sobrevivência das trincheiras do punk, o Social Distorition levou os ouvintes a um passeio hardcore no interior do coração dos santos e pecadores, dos vencedores e perdedores, e dos amantes de Cadilaque.

Adam "Atom" Willard  - Bateria

Adam "Atom" Willard - Bateria

Jonny "2Bags" Wickersham (guitarra e backing vocals)

Jonny "2Bags" Wickersham (guitarra e backing vocals)

Mike brincou com o público, afirmando que todos tinham cara de criminosos. Era a deixa para tocar e “Nickels and Dimes”.

No primeiro bis, Tocaram “Still Alive”, do álbum que, segundo Mike Ness, será lançado em setembro deste ano e logo em seguida, outro clássico: Making Believe

No segundo bis, o Social D. tocou Prision Bound, que teve seu refrão entoado pela galera e logo depois, Ness anunciou que iria tocar uma música romântica… Eu esperava “When The Angels Sing” do albúm Sex, Love and Rock ‘n’ Roll de 2004. Que nada, era o cover, de Johny Cash, que fez a galera iniciar um pogo animal encerrando o show com nota dez.

No final, muitos queriam seu convite de volta como recordação.
Tá ai uma boa dica pra as produtoras fazerem como na gringa, onde a galera consegue guardar o ticket.

Mike Ness é o fundador do Social Distortion e um grande ativista que uniu-se recentemente ao PETA2 para a sua nova campanha, no link abaixo ele explica melhor:
http://blog.peta.org/archives/2009/04/the_story_of_mi.php

Agrdecimentos

N.E.C Produtora
www.necprodutora.com.br
www.twitter.com/nec_produtora

Video de: http://www.youtube.com/user/fernandafootballclub

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